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Direito previdenciário rural

Quem passou a vida na roça também tem direito à aposentadoria.

Muita gente que trabalhou anos no campo acredita que não tem direito a nada por nunca ter carteira assinada nem ter contribuído todo mês. A lei diz outra coisa. Aqui a gente explica, em linguagem simples, o que a legislação garante ao trabalhador rural — e o que costuma ser exigido para comprovar.

60/55idade rural: homem e mulher
Campofoco em quem vive da terra
Brasilatendimento presencial e online
Casal de agricultores idosos em sua propriedade rural
Conversa sem juridiquês Você fala direto com advogado e entende cada passo.
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Áreas de atuação

Os direitos de quem trabalha no campo

Cada benefício tem uma regra e uma forma própria de comprovação. Escolha o assunto que se parece com a sua situação e entenda como a lei trata o seu caso.

Quem somos

Um escritório que conhece a realidade do campo

Processo rural não se ganha só com lei na mão: ganha-se com prova. E prova, no campo, quase nunca está organizada numa pasta — está no bloco de notas do produtor, na certidão de casamento que diz "lavrador", no registro escolar dos filhos na escola rural, na memória dos vizinhos.

À frente do escritório está Fredd Délio Miranda Martins, da Advocacia Martins, em Goiânia. Atendemos trabalhadores e produtores rurais de forma presencial no escritório ou totalmente à distância, para quem mora longe.

  • Atendimento direto com advogado, do começo ao fim
  • Linguagem simples — sem termo difícil e sem promessa vazia
  • Trabalho cuidadoso de reunião e organização das provas
Mãos de trabalhador rural organizando documentos e notas de produtor
Como funciona

Do primeiro contato até a decisão

Você conta a sua história

Manda uma mensagem contando onde trabalhou, por quanto tempo e o que já tentou junto ao INSS. Sem juridiquês e sem compromisso.

A gente analisa e busca as provas

Verificamos o enquadramento, o período e quais documentos você já tem — e quais ainda podem ser reunidos para demonstrar o trabalho no campo.

Cuidamos do pedido

Conduzimos o requerimento junto ao INSS e, quando for o caso, a via judicial — mantendo você informado em cada etapa.

Por que a prova importa tanto

No caso rural, documento é tudo

A legislação exige um começo de prova material do trabalho no campo — ou seja, algum documento da época. O depoimento de testemunhas ajuda a confirmar, mas dificilmente sustenta o pedido sozinho. Por isso, boa parte do trabalho está em garimpar papéis que a família nem imagina que servem.

  • Levantamento de documentos antigos da família
  • Organização das provas em ordem cronológica
  • Orientação clara sobre o que a lei exige em cada período
Pequena propriedade rural no cerrado goiano ao amanhecer
A injustiça que se faz a um é uma ameaça que se faz a todos.
Montesquieu

Quem alimentou o país a vida inteira merece saber, com clareza, o que a lei lhe garante. É por essa convicção que trabalhamos.

Perguntas frequentes

As dúvidas mais comuns de quem trabalhou na roça

Na aposentadoria por idade rural, a lei prevê 60 anos para o homem e 55 anos para a mulher — cinco anos a menos que a regra urbana. Além da idade, é preciso comprovar o tempo de trabalho no campo exigido pela legislação.

Essa é a dúvida que mais aparece. O segurado especial — quem trabalha em regime de economia familiar — não recolhe contribuição mensal como o trabalhador urbano. O que se demonstra, nesse caso, é o exercício da atividade rural no período exigido por lei, por meio de documentos e outras provas admitidas. Cada situação precisa ser analisada individualmente.

São exemplos comuns: notas fiscais de produtor, contrato de parceria ou arrendamento, bloco de notas, declaração de sindicato rural homologada, registros escolares dos filhos em escola da zona rural, certidões de casamento ou nascimento com a profissão de lavrador e o CadÚnico. A lista varia conforme o período e a realidade de cada família — por isso vale reunir tudo o que houver antes da análise.

Depende do que ela efetivamente fazia. Na economia familiar, é bastante comum que a mulher trabalhe na lavoura junto com o restante da família, além dos cuidados da casa — e esse trabalho no campo pode ser reconhecido. O que define não é o rótulo, mas a atividade real e a possibilidade de demonstrá-la.

Dá sim. Boa parte do trabalho é feita à distância — envio de documentos por WhatsApp, conversas por telefone ou vídeo e acompanhamento do processo. Você só vem ao escritório se quiser ou se for realmente necessário.

Vamos conversar

Ficou com dúvida sobre o seu tempo de roça? Conte pra gente.

Você explica a sua história e a gente te diz, com sinceridade, como a lei enxerga a sua situação.

Onde estamos

Venha tomar um café com a gente

EndereçoR. J-23, 199 — Qd. 29 Lt. 01
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Telefone e WhatsApp(62) 3941-4818
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